IDENTIFICANDO O FALICISMO ENTRE HOMENS

O intuito desse post é estudar e compreender as relações falicistas entre homens através de imagens colhidas na internet (que não tem necessariamente nenhuma ligação com rituais falicistas). 

CENA 1: A imagem apresenta 5 homens ajoelhados, se masturbando, sendo observados por um outro homem. O que essa cena representa? Essa é a mais genuína maneira de adorar o Grande PHALLUS, através da masturbação, uma forma de agradecimento por ter sido um escolhido para carregar um falo entre suas pernas. Representa um ritual respeitoso, não apenas pela posição (ajoelhados), mas por estarem em um grupo, onde cada um reconhece a importãncia do falo do outro. Tudo isso observados com adoração por olhos atentos de outro homem, que certamente vê naqueles homens nus a sua frente como seres divinos.


CENA 2: quatro homens com seus paus duros masturbando uns aos outros. A cena 2 é um avanço do rito da cena 1, onde os falicistas mostram todo seu respeito pelo falo do outro, reconhecendo ali a imagem de PHALLUS, o mesmo PHALLUS que habita em seu caralho. Ao masturbar outro caralho duro, o falicista entende que PHALLUS está presente em todos os homens. 


CENA 3: um homem com bigodes chupando um pênis pentelhudo. Uma cena curta e direta, que diz muita coisa. Primeiro, a cena exala masculinidade. Ao mostrar um homem aparentemente másculo chupando um outro homem pentelhudo a cena mergulha na adoração fálica através da felação, onde o homem mostra que confia em PHALLUS, deixando que ele entre em sua boca, sugando tudo que aquele falo pode lhe oferecer. Ajoelhar-se perante um homem e chupar-lhe o pau é um dos mais poderosos ritos falicistas.


CENA 4: um complemento da cena 3, onde dois homens tem seus paus chupados por outros dois. Analisando a cena por partes, primeiro apenas uma das duas duplas. Um homem oferece seu pau duro para que outro chupe, enquanto se masturba. Qua nto ao homem que chupa, já falamos na cena 3, mas, e quanto ao que é chupado? No falicismo é uma figura de extrema importância, pois oferece seu falo para que o outro alcance e adore PHALLUS. Enquanto adora o falo de outro, ele se masturba, sentindo PHALLUS em si e conectando suas energias. A cena se completa com outra dupla na mesma posição, mostrando uma admiração entre os homens falicistas, que reconhecem que PHALLUS está simultaneamente em todos os caralhos.


CENA 5: um homem de pau duro tem a sua frente dois outros ajoelhados, mamando-lhe, enquanto são observados por um outro homem, vestido. A cena descreve aqueles que acreditam em uma hierarquia fálica, constituída por um ALPHA superior, betas inferiores e sigmas (que não participa da relação entre os homens). A cena mostra o quanto os betas admiram e respeitam o seu ALPHA, compartilhando entre eles o falo que julgam ser superior, e o ALPHA, mesmo estando acima na hierarquia, oferece seu falo para que esses homens possam adorá-lo. Observando tudo, um homem sigma, que admira a força daquele ALPHA e sente prazer em vê-lo sentindo prazer. 


CENA 6: um homem socando seu pênis em outro, que recebe de pau duro. Aqui, os falicistas elevam a adoração a um outro patamar. O homem permite que o outro enfie-lhe o pênis, a fim de obter o prazer que PHALLUS nos concedeu. Ao fazer isso, o homem aceita que PHALLUS o preencha por completo, e mantendo seu falo ereto ele demostra receber toda a energia fálica do outro irmão falicista. Ele se entrega da forma mais plena possível a PHALLUS, mantendo o orgulho de possuir um falo também. Quanto ao ativo, este reconhece que penetrar aquele homem é uma forma de agraciar a PHALLUS, onde cada socada corresponde a uma entrega diante de seu adorador.


CENA 7: um homem se masturba enquanto outros dois o possuem, um na boca e outro no cu. Essa cena apresenta todas as interpretações das cenas anteriores, onde o falicista agradece a PHALLUS por seu falo, através da masturbação, e se entrega a outros dois homens, que lhe dão seus falos duros na boca e no ânus. Uma cena onde há um adorador e dois homens adorados por ele, mostrando toda glória e esplendor de PHALLUS.


CENA 8: mais uma bela imagem envolvendo três homens, com uma pequena diferença para a imagem anterior: ao mesmo tempo que um dos homens soca o seu caralho duro no cu de um dos membros, e mama o caralho do outro. Quanto ao que está sendo penetrado e o que está sendo mamado já falamos nas cenas anteriores. O que surge nessa nova cena é aquele homem que, mesmo socando o falo em outro homem, sente a necessidade de se submeter a PHALLUS, e com isso ele mama um caralho duro a sua frente. 

CENAS 9 e 10: variações da cena 8, onde na cena 9 o homem que recebe PHALLUS em seu cu, oferece-o sendo mamado; e na cena 10 um homem recebe e oferece PHALLUS ao mesmo tempo, socando um cu enquanto oferece o seu para ser socado.


CENAS 11 e 12: As mais fiéis representações de rituais falicistas. Em ambas as cenas vários homens se reúnem. Na cena 11 há uma felação coletiva, onde homens mamam, são mamados, e mamam sendo mamados. Na cena 12, há de tudo, homens socando o caralho em outros homens, homens mamando, homens sendo mamados, homens sendo socados e mamando, homens socando e mamando, enfim, homens. 


Todas as imagens foram retiradas da internet, não representando necessariamente rituais falicistas. Porém, através delas, vemos como homens podem aliar seus prazeres com a crença de uma divindade fálica. O falo é a maior criação da naureza, e independente da forma que você o adora, entre as cenas apresentadas ou além delas, o importante é você reconhecer que PHALLUS é superior. 


 



   

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