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Mostrando postagens de setembro, 2025

O falicismo, a masturbação e a ejaculação

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Se entregar aos desejos do pênis em nome de Phallus é a mais prazerosa forma de praticar o falicismo. E a masturbação sempre acaba do mesmo jeito: com o pênis jorrando sêmen. Mas, quando jorrar? Há entre os falicistas masturbadores algumas correntes diferentes, que se resumem em gozar sempre, gozar as vezes, não gozar nunca.  Por que gozar sempre? Para os adeptos dessa vertente, a resposta é óbvia: assim como Príapus se dedicou a se masturbar e fertilizar a terra com seu sêmen, seguir os seus costumes seria o mais correto a fazer. Para estes, gozar deve ser uma atividade diária. Alguns vão além, gozar deve ser uma atividade que ocorre várias vezes ao dia, 2, 3 ou até mais vezes. Para eles, viver como Príapus, se masturbando e gozando é a verdadeira missão do homem falicista. Não há sexo, há apenas a masturbação e a ejaculação.  Por que não gozar nunca? Para estes, não há forma mais genuína de viver o falicismo que não seja se masturbando. E a masturbação é tão importante, que ...

O Falicismo e a masturbação

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Há várias formas de se conectar com Phallus, porém a principal é, sem dúvidas, a masturbação.  Ao se masturbar, independente de sua imaginação, o homem está apenas com seu próprio pênis, seguindo os mandamentos de Príapus e Onã. Sua preocupação é apenas manter seu membro ereto, e sacudí-lo até obter o prazer masculino, sentir sua macheza, sua virilidade.  Durante a sessão de masturbação, seja o tempo que for, o homem está conectado aos sentimentos do seu falo, e seu "eu" primitivo aflora, e em seu pênis encontra-se todo seu poder.  Se masturbar é a forma mais genuína de se conectar com Phallus. Foi se masturbando que viveu Príapus. Foi derramando seu sêmen que viveu Onã. É com o pênis em mãos que estamos entregues a Phallus.