EJACULAÇÃO - QUANDO O HOMEM LIBERA O SAGRADO
O centro da adoração fálica é o pênis duro. Quando ereto o pênis representa fielmente PHALLUS, o falo sagrado. A partir do momento que um homem se apresenta em seu estado natural, com seu pênis duro, os ritos fálicos podem seguir diversos caminhos, que em suas diferenças apontam sempre para a mesma direção: a EJACULAÇÃO. Ao ejacular o homem libera toda energia presente em seu corpo. O coração acelera, a respiração torna-se ofegante, os pelos arrepiam, as pernas tremem, sons primitivos são produzidos e emitidos em gemidos graves e másculos. Seu caralho enrijece ao máximo, a cabeça parece inchar, torna-se vermelha, a bolas saltitam dentro do saco, é sentido o percorrer por dentro da uretra e, de repente, a secreção branca, espessa, leitosa é jorrada do falo. A mesma secreção branca que permeia as civilizações antigas, com escritos da criação do mundo, dos rios, dos deuses, da fertilidade da terra. A secreção branca que espalha a energia fálica pelos cosmos, que de certa forma atinge a outro homem, colocando-o em seu estado máximo de excitação. E assim, durante todo o tempo, há homens no mundo com seus caralhos duros, expelindo seus espermas. Esperma, sêmen, porra, leite. Leite de macho, a seiva do falo, a seiva sagrada de PHALLUS. A explosão em nome de PHALLUS. Não importa como o rito acontece, PHALLUS sempre receberá sua oferenda. É o que podemos ofertar a PHALLUS, o nosso leite, o leite que ele nos deu. Damos a ele o leite, seja oferecendo o próprio leite, seja extraindo de outro macho leitador. Seja jorrando o leite de seu caralho duro, seja recebendo o leite de outro macho. É o leite de PHALLUS.
É o leite que é masturbado.
É o leite que é extraído.
É o leite que jorra na cara, que jorra na boca, é o leite do leitador jorrando na cara, jorrando na boca. É o leitador jorrando, é o mamador jorrado. É o leitador dando de mamar, é o mamador tomando leite de macho. É o leitador alimentando com o sagrado.








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