Conhecendo os deuses fálicos: ATON

Aton é o Deus Sol do Antigo Egito, que se tornou foco durante o reinado do faraó Akhenaton, que o declarou como deus supremo da civilização egípcia. Para o faraó, Aton criou a si mesmo e, solitário, passava os tempos a se masturbar, até que, de sua masturbação, criou o universo. De sua masturbação, também foram gerados seus filhos, Shu e Tefnut. Aton concentrava todo seu poder em seu pênis, ate que um dia um líquido branco e viscoso saíra de seu pênis. Aquele líquido proporcionou tamanho prazer a Aton que ele se colocou a masturbar-se sem parar, criando muitos pontos no universo. O tamanho de sua criação fugiu a seu controle e, para não parar de se masturbar, Aton criou os outros deuses a partir de seu esperma, e esses deuses foram incumbidos de ajudá-lo a governar o universo. Os deuses foram habitando o Antigo Egito, mas era em Aton que morava a força vital. Para abençoar sua criação, Aton voltou sua masturbação para o Egito, sempre ejaculando no chão. Sua ejaculações eram constantes e sequenciais, até que, ao juntar um grande volume, formou um fluxo. E Aton continuou masturbando e ejaculando sobre esse fluxo, que veio a se tornar o mais importante corpo d'água para os egípcios, o Rio Nilo. Segundo o faraó, Aton era o deus supremo pois decidiu passar toda a eternidade a se masturbar e ejacular sobre o Rio Nilo, impedindo que um dia ele secasse. Enquanto os deuses governam, Aton se masturba, e garante a vida na Terra. Se masturbar, para os egípcios, era um ato de adoração e agradecimento a Aton, que não para de se masturbar para nos garantir a vida.

E em agradecimento a Aton, perdurou por muitos séculos o rito da vida dos faraós. Todo primeiro domingo de primavera, o faraó reunia todos os homens do Egito em torno do Rio Nilo. Aos olhos de todos, o faraó se masturbava e jorrava seu sêmen no leito do longo rio. Após sua ejaculação, todos os homens deveriam se masturbar e ejacular no rio. O esperma deveria cair exatamente nas águas do Rio Nilo. Aqueles que jorravam no chão por desobediência ou acidente, eram punidos de diversas formas, podendo ser feminizados, servindo a outros homens, ou até castrados. Ao final do ritual, os homens iam para templos masturbatórios erguidos para Aton, onde passavam horas, e até dias, se masturbando e ejaculando em honra ao deus supremo. Os castrados eram muitas vezes levados aos templos para adorar Aton em outros homens, pois não tinham mais seus pênis.

Com a evolução da sociedade, este entre muitos ritos se perderam, porém ainda há grupos que se masturbam em leitos de rios (inclusive do Rio Nilo) com o intuito de louvar Aton, que fez de seu sêmen toda a criação. 







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