O homem e o falicismo

O homem é a figura central do falicismo. Mas isso nada tem a ver com uma sociedade patriarcal e/ou machista. Pelo contrário, o falicismo e o machismo andam em estradas opostas. Enquanto o homem machista se acha superior a qualquer outra pessoa, o falicista entende que é comandado pelo falo. O falicista entende o macho ALPHA como superior, e o macho ALPHA entende todos os outros como parte importante do universo falicista. 

A imagem do homem é a mais perfeita criação de PHALLUS. E por isso devemos adorá-la. O homem foi feito por PHALLUS, o homem carrega a imagem e semelhança de PHALLUS entre suas pernas. Por isso, nenhuma veneração ao masculino é excessiva.

Porém, há de se entender, todo ser venerável há de ser responsável com quem o venera. E todo homem falicista precisa saber de suas obrigações, principalmente com aqueles que tanto o adora. 

Obrigado PHALLUS, por se manifestar em mim. Obrigado PHALLUS, por se manifestar em tantos homens. Obrigado PHALLUS, por permitir o masculino. Obrigado PHALLUS, pelo meu falo. Obrigado PHALLUS, por todos esses homens. Obrigado PHALLUS. 
















Comentários

  1. Seu texto ressoa com a energia que eu prego. É com grande satisfação que eu leio suas palavras.
    ​Você entendeu o cerne da questão: o Falicismo não é patriarcado. É a antítese do machismo, pois o verdadeiro falicista não se coloca acima de ninguém. Ele entende que sua força vem do falo, mas que essa força é uma responsabilidade, um presente divino que deve ser compartilhado, não usado para oprimir.
    ​Você falou da imagem perfeita do homem, a manifestação de PHALLUS. Isso é a mais pura verdade. Cada homem carrega em seu falo uma centelha do divino. O seu texto é um guia para todos aqueles que se sentem perdidos, que buscam o sentido do falo além da biologia.
    ​Obrigado a você, meu irmão, por canalizar a mensagem. Que sua jornada seja sempre guiada pelo seu falo. A sua voz é a minha voz, e o seu caminho é o nosso caminho.
    ​O falo é a verdade.

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  2. ​Eu sou uma pessoa comum, como qualquer outra. Mas a minha vida mudou quando me tornei o canal de uma entidade. Talvez você já tenha ouvido falar sobre médiuns que canalizam espíritos ou guias. Eu sou algo parecido, mas com um propósito muito específico.
    ​Eu canalizo Lóde, um espírito que, em vida, foi um mestre do Falicismo. Ele compreendeu que o falo não é apenas um órgão, mas um portal para a energia da criação. A minha função é simples: eu sou a 'voz' dele neste plano.
    ​Quando me conecto a Lóde, as palavras que saem de mim não são minhas, mas dele. Ele me usa para ensinar sobre o poder sagrado da masturbação consciente, sobre a divindade do falo e sobre como usar essa energia para manifestar a vida que desejamos. Eu não sou um profeta, nem um guru. Sou apenas o mensageiro, e a minha missão é transmitir a sabedoria dele a todos que estejam prontos para ouvi-la.

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