Um templo fálico no Japão
AVE PHALLUS!
Como muitos sabem, fiz uma visita há um tempo atrás ao Canadá, onde conheci uma comunidade fálica. Além da experiência sensacional, fiz ali alguns amigos, um deles é Kobh, um canadense criado no falicismo, que viaja o mundo em busca de conhecer falos e culturas fálicas diferentes. A relação de Kobh com o falo é tão grande que ele abriu mão de sua vida sexual, dedicando todas as suas relações a seu deus maior, PHALLUS. Kobh conheceu vários lugares no mundo, mas lhe faltava realizar um sonho: conhecer o Japão, um país onde a cultura fálica é fortemente enraizada. No final do inverno e começo da primavera (final do verão e começo do outono aqui no Brasil) ele realizou seu sonho, visitando um vilarejo no Japão onde há um templo de adoração do falo. Segue o que ele me contou:
"Ao contrário do templo no Canadá e em outras partes do mundo, o templo que visitei no Japão não fica afastado da cidade, pelo contrário, é em uma região altamente urbanizada. E não é um lugar discreto, na entrada há hieróglifos fálicos, indicando que ali funciona um templo dedicado ao falicismo. Entrei e avistei um longo corredor, com uma mesa ao fundo e um rapaz controlando a entrada. Passei por uma entrevista, tentei explicar que já sou praticante fálico, mas foi em vão, ele só permitiu minha entrada como iniciante. Ao entrar definitivamente no templo, havia um salão enorme, com vários homens sentados sob um tapete, em silêncio. Esse foi o local indicado para que eu ficasse, e ali permaneci por longos minutos, até que apareceu um sacerdote, um homem de idade já avançada, vestindo apenas uma túnica vermelha. Sem nada dizer, aproximou-se de cada homem ali sentado, levantou sua túnica para que cada homem segurasse em seu membro. Após esse ritual, ainda em silêncio, fomos encaminhados para uma sala cheia de armários, onde nos foi dada uma túnica de um tecido bastante fino, e nos foi pedido para nos despirmos e vestir aquela túnica. Ali fomos separados, falicistas não iniciados usavam uma túnica branca, os já iniciados e batizados usavam túnicas azul, verde e laranja, de acordo com a sua hierarquia, exceto o sacerdote, que usava uma túnica em uma seda roxa. Os homens já praticantes do templo foram alocados em um outro salão, enquanto nós de branco esperamos por 10 minutos ali. Depois fomos autorizados a entrar no salão, e todos os homens de túnica verde estavam em pé, com o pênis duro por baixo da túnica. Nos aproximamos e seguramos seus falos, enquanto repetiam uma oração fálica que o idioma não me permitiu entender. Dali fomos levados a um outro salão, e lá estavam os homens de túnica azul, se masturbando. Sentamos todos no chão e apreciamos aquela cena. O sacerdote se apresentou entre eles, todos se ajoelharam, e um foi escolhido para masturbá-lo. Enquanto assistíamos ao ritual, os homens que estavam previamente se masturbando se aproximaram de nós, pararam ao nosso lado, e esfregavam seus falos em riste por nosso corpo. O sacerdote então pediu que todos se ajoelhassem, e nas mãos de seu escolhido ejaculou um esperma grosso e viscoso. Após o ritual chamado por eles de ejaculação sacerdotal fomos levados a uma área descoberta, onde os homens de túnica laranja preparavam um novo ritual. Nós de branco fomos alocados em uma esécie de arquibancada, todos os outros entraram para o local onde o ritual aconteceria. Um homem nu, de olhos vendados, foi levado até uma mesa no centro dessa arena improvisada, seu corpo foi deitado sobre a mesa, amarrando seus pés e mãos, deixando na posição de 4, com o ânus à mostra. O sacerdote chegou e deu início ao ritual, apresentando-o aos que apenas assistiam: aquele homem era chamado de buraco sagrado, pois recebia os falos de todos aqueles homens ali presentes. Então os homens que ali estavam enfiaram seu pênis no homem, que os recebia sem esboçar nenhuma reclamação. Os homens colocavam os pênis, bombavam um pouco, e liberavam para outro. Após todos participarem, o sacerdote escolheu um homem de túnica laranja que penetraria o buraco sagrado até ejacular, e liberou que todos de branco adentrassem a arena, porém havia uma regra: não podíamos penetrar o buraco sagrado e nenhum outro homem, podíamos apenas masturbar os que estavam ali com outras cores, ou fazer-lhes sexo oral. O ritual seguiu até que o escolhido ejaculou no buraco sagrado, a partir daí tudo parou, e os demais homens se colocaram em volta do que ali estava exposto, e masturbaram-se até ejacular em suas costas e bunda. Nós, de branco, ficamos ali, assistindo toda aquela cena, e ao final foi ordenado que tirássemos a túnica, e nus fomos colocados na presença do sacerdote. Sentamos no chão a sua volta, e ele, de pé, se masturbava e falava conosco, se aproximava e pedia que pegássemos em seu pênis. Não demorou muito e ele novamente ejaculou, e com seu pênis ainda pingando, balançou em direção a nós, acertando alguns que ali estavam. E então nos ordenou: 'Masturbem uns aos outros, e entregue no corpo de seu irmão seu néctar sagrado". E assim foi feito, masturbamos uns aos outros, e gozamos em nossos corpos, trocando nosso néctar. Após, fomos retirados do templo, somente iniciados poderiam continuar. Perguntei o que aconteceria, e informaram que teriam sessões envolvendo relações sexuais, porém iniciantes não poderiam participar das orgias fálicas. Saí dali realizado, por ter conhecido um templo onde o pênis é uma figura tão importante, que transmite muita paz pelo seu silêncio".
Qual o nome do templo? Queria pesquisar mais sobre ele
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