O PÊNIS COMO UM SÍMBOLO

O fenômeno do falicismo se espalhou por todo o mundo antigo. Algumas civilizações colocavam imagens de pênis sobre tumbas, acreditando neles como força de renascimento. Para muitas civilizações, o falo era o fertilizador da terra, o controlador da natureza. Vinha dele a vida, o alimento, a água. cada cultura o cultuava de uma forma, mas todas o cultuavam. Se entregar ao falo em orgias e bacanais era uma forma de se entregar ao deus Phallus, uma forma de recompensá-lo, pois no corpo de Príapo nunca foi adorado por outra pessoa. Algumas culturas masturbavam-se para chamar a energia de Phallus, outras usavam o sêmen para fertilizar. Os grandes guerreiros, em momentos de luta, não podiam atingir o oponente no falo, pois esta constituía a mais sagrada representação do deus maior de todos os homens.
O falo foi representado em paredes, em afrescos, vasos e cerâmicas. Enormes falos de madeira eram espalhados pelos vilarejos, e as pessoas os tocavam na esperança de curar a infertilidade. Estátuas eram representadas com o falo exposto, pois este era tido como símbolo de poder e riqueza.
Ter um falo era uma grande honra, por isso muitos homens desenhavam o próprio falo nas paredes. Quando sozinhos com outros homens, masturbavam-se juntos para elevar-se a Phallus. Em algumas culturas a masturbação masculina era, inclusive, obrigatória. Egípcios se masturbavam junto do Imperador. Guerreiros capturados e condenados a morte eram masturbados antes de receber a punição. 
As culturas mudaram, o mundo evoluiu, o culto ao falo tornou-se menor, principalmente pós Idade Média. Mas a energia de Phallus nunca deixou de existir no corpo de cada homem. Toda vez que nosso pênis fica ereto é Phallus se manifestando nele. Nosso pênis ereto é a mais perfeita simbologia de Phallus.




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