O FALO NO EGITO ANTIGO
Na mitologia Egípcia Aton era fonte de luz, vida e calor, criador de tudo e de todos. Acreditava-se que o ele criou a si mesmo, e logo depois criou o
universo masturbando-se. Ainda se masturbando, gerou dois filhos, Shu e Tefnut.
Foi da ejaculação de Aton que os demais deuses foram criados para ajudá-lo a
criar e governar o universo. Após criar o universo, Aton se masturbava e
ejaculava para criar o mais importante rio para os egípcios, o Rio Nilo. O
fluxo do Rio Nilo nada mais era que a ejaculação de Aton, segundo a mitologia.
Com isso, os antigos egípcios entendiam que era obrigação do faraó manter o rio
vivo. Para isso, o faraó preparava uma cerimônia em ato ao deus Aton no primeiro dia da primavera, onde ele
se masturbava às margens do Nilo e ejaculava exatamente dentro do rio, com
cuidado para não cair nenhuma gota de sêmen nas margens. Após o faraó ejacular,
todos os presentes deveriam fazer o mesmo, soltando seus sêmens no leito do
rio. Neste dia, qualquer prática sexual era proibida. Todos os homens deveriam despejar seu sêmen no rio, e não podiam apertar o pênis para terminar de escorrer e nem lavá-lo depois. Assim, as últimas gotas de sêmen secavam sobre seus pênis e suas roupas, e deveriam ser removidas depois de secas somente no dia seguinte em mais uma masturbação. Só depois deste ritual os homens estariam livres para a prática sexual. Alguns homens rresolveram viver para o deus Aton, e com isso se privavam de relações sexuais, pois Aton criou tudo sem fazer sexo, apenas se masturbando. Esses homens eram considerados evoluídos, e em algumas situações se masturbavam em público para que outros apreciassem e os reconhecessem como verdadeiros herdeiros de Aton.
Santuários em adoração ao deus Aton foram erguidos por todo o Egito, onde os
frequentadores praticavam a masturbação coletiva em um ato ao criador. Porém somente os verdadeiros herdeiros de Aton podiam masturbar outros pênis, os demais eram proibidos de tocar em outros homens. O sêmen dos herdeiros de Aton era considerado sagrado, e aqueles que tinham algum problema de fertilidade ou estava com alguma enfermidade lambia o líquido sagrado que escorria pelo chão.
Também
as mulheres eram adeptas da masturbação e do falicismo, e quando morriam eram mumificadas com
os objetos fálicos utilizados por elas. Mulheres eram retratadas usando falos
enormes na cintura em cerimônias de homenagem a Osíris.
Até hoje existem templos erguidos a Aton no Egito, e algumas salas continuam proibidas de ser frequentadas por mulheres. Estudos arqueológicos encontraram restos de sêmen nas paredes de uma das salas, o que faz acreditar que aquela era uma parede exclusiva para os homens soltarem seu líquido em honra a Aton.

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